quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Lei que proíbe fumo em locais fechados ainda não foi regulamentada

 
 
 
 
 
 
 
 
 
29/08/2012 - 9h32
 
 
 
Da Agência Brasil
Brasília – Apesar de sancionada em 15 de dezembro de 2011 pela presidenta Dilma Rousseff, a lei que proíbe o fumo em locais coletivos fechados privados ou públicos e os fumódromos (áreas reservadas a fumantes) ainda não foi regulamentada. A regulamentação prevê, por exemplo, penalidades em caso de desrespeito à lei. De acordo com o Ministério da Saúde, o texto ainda está em fase de produção e não há previsão de quando ficará pronto.
Atualmente, as legislações estaduais de sete estados impedem o fumo em locais fechados, seguindo a norma nacional, enquanto em 19 estados e no Distrito Federal não ocorre o mesmo - embora a lei federal se imponha à estadual ou municipal.
Os estados de Rondônia, São Paulo, do Rio de Janeiro, Amazonas, de Roraima, da Paraíba e do Paraná têm lei estadual antifumo que proíbe o cigarro em lugares fechados, como bares, restaurantes e boates. Os fumódromos são permitidos em Alagoas, na Bahia, no Ceará, Espírito Santo, em Goiás, no Maranhão, em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, no Pará, Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, Sergipe, no Tocantins e Distrito Federal. O Acre, Piauí e Rio Grande do Norte têm projetos de lei para a criação de ambientes livres de tabaco desde 2009.
Em São Paulo, a Secretaria de Saúde fez 726 mil fiscalizações e aplicou 1.885 multas desde a vigência da lei, em 2009, em todo o estado. A maioria das multas ocorreu porque pessoas foram flagradas fumando no interior de estabelecimentos e o restante por ausência de placa indicativa da lei. As fiscalizações da vigilância sanitária são diárias e ininterruptas.
Ao todo, foram interditados temporariamente três estabelecimentos no estado de São Paulo por terem descumprido a lei três vezes. A multa equivale a R$ 922, na primeira infração. Em caso de reincidência, o valor dobra. No terceiro flagrante, o estabelecimento é interditado por 48 horas. E na quarta vez, é fechado por 30 dias.
No Rio de Janeiro, foram realizadas 46.642 ações em bares, restaurantes, casas noturnas e outros estabelecimentos. De novembro de 2009 até o começo deste mês, foram emitidos 187 autos de infração por descumprimento da lei.
Na Lei nº 12.546, sancionada em dezembro do ano passado, está previsto também o aumento gradativo dos impostos sobre produtos derivados do tabaco.
Edição: Graça Adjuto

 


 

                                             Notícias

 

                    Procon alerta para cobrança abusiva em casas noturnas

 
 
 
 
 
                      Era só o que faltava,alguem em Herval começar a pensar assim...
 
 
 
 
 
 
O Procon de Indaiatuba alerta para uma prática que, embora comum nas casas noturnas, é abusiva e fere os direitos do consumidor: a cobrança de valores diferentes de ingressos para homens e mulheres. De acordo com o órgão, a prática é uma afronta ao princípio constitucional da isonomia e ao artigo 39, inciso V, do Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

“Essa medida é abusiva na medida em que diferencia, sem justa causa, a cobrança de preço entre consumidores do sexo feminino e masculino, seja em bares, boates, casas noturnas e estabelecimentos de entretenimento em geral”, destaca o coordenador do Procon Indaiatuba, Ivan Gilio. “O consumidor pode entrar em contato conosco para denunciar a prática e o estabelecimento fica sujeito a diligências fiscalizatórias”, completa.

O Procon é o principal órgão de defesa do consumidor e está ligado à Secretaria Estadual de Justiça. Em Indaiatuba, o Procon existe desde 1989 vinculado à Secretaria Municipal de Negócios Jurídicos e o seu maior objetivo é resolver problemas no relacionamento entre empresas e clientes, sempre de maneira amigável. Quando a reclamação é feita, o Procon notifica a empresa e pede os devidos esclarecimentos. O atendimento é realizado de segunda a sexta das 08h às 17h, pessoalmente, pelos telefones (19) 3835-6200 e (19) 3834-7601 ou ainda pelo e-mail indaiatuba .
 
 
 
 
             Será que eles irião reclamar que elas pagam menos,ou será que élas vão se sentir inferior e querer pagar o mesmo que os homens...
              É não ter o que se ocupar...
 
  
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 13 de novembro de 2012




Hsul  FM está nascendo uma nova rádio em Herval...



         Comerciantes pensem em seus produtos divulgados em todos os rincos de Herval, e mais eles também podem ser divulgados nas cidades vizinhas, isso é bom demais.Essa é a importancia de uma rádio comercial em uma cidade.A rádio Hsul FM já é uma realidade para o Herval já está legalizada e outorgada podendo operar com 1K na sua antena,apartir desta data determinada pela ANATEL, teremos o prazo de um ano para por ela no ar,mas claro muito em breve ela estará em pleno funcionamento.
          Em breve postarei uma entrevista com o dono da Rádio Hsul FM,onde estará comentando todo o processo e dificuldades que teve para chegar até onde chegou...
          Amigos e leitores até a entrevista.








    

segunda-feira, 12 de novembro de 2012




O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE TRANSMISSORES



Não existe nada mais fantástico aos olhos do amante da Eletrônica, que a possibilidade de enviar um sinal através do espaço e quase instantaneamente, obter seus resultados; num equipamento distante, em alguns casos, a centenas ou milhares de quilômetros.

A fascinação que a transmissão de ondas eletromagnéticas pelo espaço provoca nos praticantes da Eletrônica é enorme, fazendo deste tipo tipo de atividade algo que até pode trazer alguns problemas, quando alguém se entusiasma demais, produzindo radíações de forma indevida ou infringindo a legislação existente sobre o assunto.

No entanto, devidamente manejados e com conhecimento técnico que impeça os excessos ou as emissões indevidas, podemos fazer muitas coisas interessantes com pequenos transmissores, como os descritos neste livro.
GERANDO SINAIS

Ondas de rádio ou eletromagnéticas, são produzidas, quando uma corrente de alta frequência circula por um condutor. Este condutor, que passa a irradiar estas ondas ou sinais recebe o nome de «antena».

Poderíamos pensar que a «quantidade» de sinais irradiados estaria associada ao tamanho da antena, sendo tanto maior, quanto maior for a antena, mas isto não é verdade.

O rendimento na transferência do sinal gerado por um circuito para o espaço por meio de uma antena está diretamente relacionado com o comprimento da onda deste sinal, conforme mostra a figura 1.

A antena deve ter um tamanho tal que, em função de seu tipo, mantenha uma certa relação com o comprimento da onda do sinal a ser irradiado.

Existem diversos tipos de antenas e todas têm suas dimensões calculadas em função da freqüêncla e portanto do comprimento de onda do sinal que deve ser irradiado.

Urna antena calculada com perfeição pode transferir para o espaço toda a potência gerada pelo transmissor e assim ser obtido o maior rendimento possível.

Entretanto, não basta jogar todo o sinal de um transmissor no espaço para termos o maior alcance. Outros fatores entram em jogo e estes nem sempre são bem compreendidos pelos montadores destes aparelhos.

É comum pensar que o transmissor deva ser muito potente para que seus sinais possam ir mais longe, porém não é a potência de um transmissor que determina até onde seus sinais podem chegar. Radioamadores conseguem enviar seus sinais a milhares de quilômetros com potências da ordem de milésimos de watt, muito menor que a potência usada nos menores transmissores publicados neste livro. Para conseguir estes resultados eles utilizam todos os fatores que possam influir no alcance de uma transmissão.

Por outro lado, emissoras de TV e FM comerciais em potências que chegam a 100.000 watts (milhões de vezes mais fortes que nossos pequenos transmissores), não ultrapassam 200 ou 260 km de alcance, não importando o tamanho da antena nem a sensibilidade do receptor neste caso! Por que isto?

Ocorre que a frequência de operação, a posição da antena transmissora e do receptor, assim como o relevo do local (existência de obstáculos como morros, depressões, prédios, etc) são fatores que realmente influem no alcance de um transmissor deste tipo.

Devemos notar que os sinais acima de uns 30 ou 40 MHz são propagados em linha reta e não se refletem na ionostera, o que não ocorre com as chamadas ondas curtas, com frequências abaixo de uns 30 MHz.

Estas ondas podem se propagar na forma de «saltos» refletindo-se na ionosfera e na Terra de modo a poderem atingir grandes distâncias. Já as ondas de TV e FM, que estão acima dos 30 MHz, não podem acompanhar a curvatura da Terra nem contornar grandes obstáculos e por isso «se perdem» no espaço, com um alcance limitado, conformo observamos na figura 2.


Também observamos que ondas de grandes comprimento como das faixas de ondas médias têm a facilidade de contornar morros ou grandes obstáculos, podendo ser recebidas em maior distância.
O leitor pode notar que recebe com facilidade as estações de ondas médias em seu radinho, mesmo estando atrás de um morro, mas isto não ocorre num televisor nas mesmas condições.

Nos casos em que transmissores devam enviar seus sinais à distancias muito grandes, por exemplo na faixa de ondas curtas, temos um fator adicional a ser considerado e conhecido muito bem por radioamadores: a «propagação».

Os radioamadores sabem perfeitamente que não podem falar com qualquer lugar a qualquer hora. Não basta ligar o transmissor e manter contato com qualquer parte, por mais potente que ele seja, pois, não existe a garantia que ele «vai chegar» até lá.

As condições em que os sinais refletem na ionosfera valiam conforme, a hora do dia estando sob influência das radiações solares além de outros fatores.
Dependendo do momento considerado, conforme a posição da camadada da ionosfera onde o sinal vai refletir, o sinal de um transmissor de ondas curtas pode ser recebido a 2 ou 3 mil quilômetros de distância ou não ser captado a apenas algumas
dezenas ou centenas de metros conforme sugere a figura 4.


Os operadores de rádio nas faixas de ondas curtas contam com tabelas de previsões de propagação editadas pelas autoridades ligadas às telecomunicações e que permitem determinar o melhor instante, numa determinada faixa de freqüências, para enviar os sinais a determinado local.

Pelo que foi visto, não tem sentido falar num transmissor «com tantos quilômetros de alcance», principalmente se ele operar na faixa de ondas curtas.

Tanto um transmissor de 1000 watts como um de 0,001 watt podem ter o mesmo alcance sob determinadas condições de operação.

É claro que, se as condições permitirem que os sinais chequem a um determinado local, o transmissor mais potente pode fazer com que seu sinal chegue com maior intensidade e assim, facilitar a recepção, não significando porém, que os sinais mais fracos não possam ser recebidos também.

Podemos levar esse raciocínio aos pequenos transmissores experimentais de FM. Na faixa de VHF (entre 30 MHz e 300 MHz), potências muito pequenas quando não encontram obstáculos podem alcançar distâncias enormes.

No espaço onde não existem obstáculos físicos ou a própria curvatura da terra para atrapalhar, temos exemplos interessantes, conforme ilustra a figura 5.

Com apenas 25 W de potência, os transmissores da Nave Espacial Mariner enviaram sinais de Marte, para a Terra numa distância de 60 milhões de quilômetros.

Quando o leitor aponta sua antena parabólica para o satélite a 36.000 quilômetros de altura para receber transmissões de TV na faixa de SFH (microondas) os transmissores sintonizados não tem mais do que alguns watts de potência.

O leitor deve ter percebido que nossos pequenos transmissores com apenas um transistor, se convenientemente explorados, com boas antenas e outros recursos, podem ir muito longe, muito mais do que os circuitos potentes de algumas dezenas de watts.
A FREQÜÊNCIA DO TRANSMISSOR

Na versão mais simples, um transmissor é um oscilador de alta freqüência que gera um sinal, ou seja uma corrente de determinadas características que deve ser aplicada a uma antena.

Num transmissor pequeno, por exemplo, as características do transistor vão determinar até que freqüência ele pode oscilar e com que potência. Na figura 6, temos dois circuitos típicos mostrando que, se aumentarmos a tensão num circuito podemos obter maior potência, mas ao mesmo tempo o transistor também aquece mais e existe um limite para isso.

Assim, quanto maior a tensão e corrente obtida no coletor do transistor ao gerar o sinal, maior será sua potência. Mas, além de existirem limites para cada transistor poder operar convenientemente, temos de levar em conta a eficiência do processo.

A medida que chegamos no limite da capacidade do transistor em gerar ou amplificar um sinal de determinada freqüência, seu rendimento cai e em lugar de convertermos toda a energia aplicada em sinais de alta freqüência que possam ser convertidos em ondas de rádio, passamos a converter a maior parte da energia em calor.

O que é feito num transmissor, quando desejamos maior potência, é separar a função de gerar os sinais da função de amplificá-los.

Assim, usamos um transistor de pequena potência para gerar os sinais e depois vamos amplificando esses sinais com transistores ou etapas mais potentes até obter a potência final desejada para aplicação numa antena, conforme verificamos na figura 7. No entanto, um transmissor como esse não precisa somente de componentes especiais, especificamente transistores, mas de uma disposição destes componentes muito bem estudada. Cada par de bobinas, forma um transformador de acoplamento, cuja função é transferir o sinal de rádio de uma etapa para outra com o mínimo de perdas. Isto significa que estas bobinas precisam estar rigorosamente sintonizadas na freqüência de operação do transmissor.

Os transistores empregados nestes circuitos também não são de tipos comuns, principalmente nos casos em que precisamos gerar e amplificar sinais de freqüências muito elevadas.

Um transistor comum de áudio projetado para amplificar sinais de baixas freqüências em alguns casos pode conseguir gerar e amplificar sinais de freqüências elevadas.

Aproveitamos esse fator em alguns projetos que descrevemos, mas devemos lembrar que ele não está operando na sua função natural e por isso pode não significar o melhor desempenho do aparelho.

À medida que a freqüência de um sinal aumenta, a capacidade de amplificar de um transistor ou seja, seu ganho diminui, até o ponto em que se toma unitário, ou seja, a intensidade do sinal que entra é a mesma que sai: ele não amplifica mais.

Nessas condições este transistor não serve para nada, pois temos um circuito que entrega na sua saída um sinal com a mesma intensidade que aplicado na entrada, veja a figura 8.

A freqüência em que isto ocorre é denominada «freqüência de transição» sendo indicada nas características dos componentes por fT. Assim, podemos ter transistores baratos com potências enormes como o 2N3055, mas a freqüência em que ele deixa de ser útil está em apenas 1 MHz.

Trata-se de um transistor para aplicações em áudio e no máximo, podemos empregá-lo num pe queno transmissor de ondas médias, mesmo assim, já com o rendimento bem abaixo do normal.

Um recurso muito usado por radioamadores que desejam ter mais potência numa transmissão, principalmente os da faixa dos 11 metros ou CB (Faixa do Cidadão) é a chamada «botina».

A botina é um amplificador linear de potência para sinais de alta freqüência ligado na saída de um transmissor visando aumentar sua potência. Um transmissor de 5 W ligado a uma botina, pode ter saídas de 50 W a 1 000 W e muitos radioamadores fazem isto. Figura 9.

Veja que, para a faixa do cidadão (11 metros), o aumento da potência para mais de 5 W é proibido, mas isso não ocorre nas outras modalidades e o uso do amplificador linear é permitido.

Muitos amplificadores lineares além de aumentarem a intensidade do sinal fundamental a ser irradiado, também amplificam sinais indevidos que tanto podem vir do transmissor onde estão ligados como podem ser gerados nos seus próprios circuitos, causando fortes interferências, principalmente em televisores.

A utilização de filtros apropriados na sua saída e de ajustes corretos minimiza estes problemas, mas eles sempre devem ser evitados.

O mesmo problema de irradiação de sinais indevidos (denominados espúrios ou harmônicas) também ocorre com transmissores potentes. Um transmissor de potência elevada pode até ter seus sinais penetrando em amplificadores de áudio, pelos cabos de transdutores que correspondem aos pontos mais sensíveis do circuito.
PROBLEMAS LEGAIS

Todas as emissões de sinais de rádio são regulamentadas e existe uma fiscalização constante e severa que detecta com facilidade as anormalidades. Existem viaturas dotadas de receptores com antenas direcionais que constantemente monitoram todas as faixas de freqüências e se detectam alguma anormalidade ou recebem queixas de interferências em serviços normais ou regulamentados, podem facilmente determinar de onde vêm estes sinais e entrar em ação.

A operação de pequenos transmissores com potências baixas, da ordem de milésimos de watt e sem antenas externas de modo que os sinais não ultrapassem o âmbito domiciliar e portanto, não possam causar interferências em serviços públicos, estações de FM e de AM é tolerada desde que ocorra com finalidades puramente recreativas ou experimentais. Potências maiores em lugares mais amplos, como por exemplo, escolas, sítios, hotéis, estádios, desde que não causem interferências, também são toleradas.

No entanto, a operação de transmissores potentes com antenas externas com a possibilidade de alcançar grandes distâncias dentro de faixas que já estejam ocupadas por serviços regulares e caracterizem a emissão de «programas», significa a operação de uma estação «pirata» e esta prática é proibida por lei.

Para operar um transmissor com a finalidade de manter comunicações entre duas localidades, como por exemplo, duas fazendas ou mesmo entre dois amigos a uma distância maior que uns 2 ou 3 quilômetros, existem as seguintes alternativas legais:

A primeira consiste em obter uma licença de operação para a faixa do cidadão (11 metros ou CB), onde a obtenção de um prefixo é relativamente simples e os equipamentos usados podem até ser adquiridos prontos.

Na verdade devemos dar preferência a este tipo de equipamento, pois os de construção caseira precisam obedecer a certas normas e passar por uma fiscalização que vai lhes dotar de uma homologação, um processo trabalhoso e que portanto não compensa.

A potência máxima permitida para operação nesta faixa é de 5 W e se o leitor acha pouco, é bom saber que muitos radioamadores brasileiros com esta potência mantém conversações normais com países tão distantes como a Itália!
Em suma, operando nesta faixa, você conversa não só, com seus amigos próximos como também pode formar um círculo de amigos distantes. A segunda alternativa consiste em se tornar um radioamador «de verdade» ou das faixas dos PY (PY é o indicativo geral dado aos radioamadores do Brasil). Se você for menor de idade, deve conseguir o prefixo para a chamada Classe C, mas se for maior pode começar com um Classe B e depois A.

Procure a LABRE (Liga Amadora Brasileira de Radio Emissão) e obtenha as informações sobre os cursos de radioamador em andamento ou que devem começar. Nestes cursos, você se preparará para fazer o exame que lhe dará o direito de operar transmissores com potências que podem superar os 1.000 watts. Nesta modalidade existem faixas muito bem definidas de freqüências que você pode operar como dos 3,5 MHz, 7 MHz, 14 MHz, 21 MHz, 28 MHz, etc, com a possibilidade de manter contato com radioamadores de qualquer parte do mundo.

A terceira possibilidade é para o caso de você necessitar de um sistema de comunicação bilateral entre duas localidades distantes que não sejam servidas por serviços telefônicos normais, como por exemplo, fazendas isoladas. Neste caso, junto às autoridades de sua localidade é possível conseguir uma autorização para operação na faixa de 3,5 MHz que corresponde à banda agrária, mas com uma freqüência fixa determinada pelas autoridades. O transmissor usado deve ser obrigatoriamente de tipo homologado e controlado por cristal.




domingo, 11 de novembro de 2012

 



 MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES QUER LIMITAR RAIO DE ALCANÇE DAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS A APENAS 1 KM



                   
              





O Ministério das Comunicações e a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) defenderam no último congresso da Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária) realizado em Santa Catarina, o envio de sinal de uma rádio comunitária a apenas um quilômetro de raio, o que limita o alcançe da sua comunicação, fazendo com que estas muitas vezes sequer sejam ouvidas pelo município onde se localizam.

A medida é vista como um absurso por representantes das rádios comunitárias no país, significando mais uma pedra colocada pelo governo no caminho das rádios comunitárias e, consequentemente, da comunicação livre e plural, capaz de fragilizar a estrutura praticamente intransponível do oligopólio das comunicações formado nos últimos anos no Brasil.

Ao que parece, a descentralização e democratização da comunicação não interessa muito a alguns setores do governo. Eles ameaçam as rádios que não cumprirem as determinações com a aplicação de multas pela Anatel, deixando a elas poucas opções: desrespeitar as determinações da Anatel e serem ouvidas pela comunidade; ou cumprirem a determinação legal e permanecerem mudas, sem serem ouvidas, em silêncio.

Veja texto sobre o assunto publicado pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação:

O raio do absurdo: rádio comunitária a cada quilômetro
Por Clementino Lopes (Advogado, coordenador executivo da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária do RS)
RS Urgente
O envio de sinal de uma rádio comunitária apenas a um quilômetro de raio é um dos maiores absurdos anunciados. O pior é quando essa regra parte do Ministério das Comunicações. Rádios comunitárias situadas em municípios próximos (10 km, por exemplo) simplesmente não são ouvidas em suas comunidades, apesar dos 25 watts de potência em seu transmissor, se operarem na mesma frequência.
Tecnicamente é sabido que não há como puxar um freio de mão e interromper a trajetória de um sinal FM. Apesar disso, o Ministério das Comunicações insiste no absurdo. E ameaça com mais repressão. Traduzirá o absurdo em multas aplicadas pelo braço da fiscalização, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Para as rádios comunitárias sobram duas opções: 1) modificar a frequência “por conta”, serem ouvidas pela comunidade e multadas pela Anatel ou; 2) seguir à risca à determinação legal e não ser ouvida.
O raio do absurdo foi defendido pelo representante Ministério das Comunicações, durante participação no Congresso da Abraço em Santa Catarina, ocorrido nos dias 6 e 7 de agosto.
As ações para acabar com o serviço de rádio comunitária existem desde o reconhecimento no setor perante a lei, em 1998. A lentidão na concessão da outorga que pode chegar a dez anos andou de mãos dadas com a sucessão de multas, apreensões, lideranças processadas, falta de qualquer tipo de apoio para um setor que garante o direito básico à comunicação. As conquistas são muitas e das mais diferentes formas, vide as mais de quatro mil emissoras outorgadas em todo o Brasil. Sem contar as que ainda bravamente aguardam autorização. (Texto completo)
Leia mais em Educação Política:
FISCALIZAÇÃO DAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS DEVERIA SE ESTENDER AOS DEMAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO COMO IMPRENSA E TELEVISÃO
MUDANÇA NA AUTORREGULAMENTAÇÃO DA PROPAGANDA DEVE EQUILIBRAR LIBERDADE DE COMUNICAÇÃO E DIREITOS DA INFÂNCIA
FRENTE PARLAMENTAR LEMBRA QUE É DEVER DO ESTADO GARANTIR ACESSO DA POPULAÇÃO À INFORMAÇÃO
MARCO REGULATÓRIO DAS COMUNICAÇÕES FOI TEMA DOMINANTE NO 2º ENCONTRO NACIONAL DE BLOGUEIROS PROGRESSISTAS

PROGRAMAÇÃO DE RÁDIO COMERCIAL



Programação radiofônica muda substancialmente com a evolução das tecnologias de informação no mundo contemporâneo. Informações sobre o trânsito, temperatura, saúde, cotações econômicas, hora certa, descobertas científicas, violência, lazer e comporta
O processo de modernização iniciado na década de 1950 exigia que o público estivesse bem informado. É neste contexto que o texto do rádio modifica-se e o radiojornalismo se fortalece com a agilidade própria do meio.
Na década de 1960 o radiojornalismo e a programação musical são a base da programação no rádio das emissoras AM. As reportagens de rua são intensificadas, com o repórter ao vivo no local do acontecimento.
Nos anos 1970 a tendência a especialização que se iniciara no fim dos anos 1960, se acentua com as emissoras identificando-se com certas camadas sócio-econômico-culturais, buscando a linguagem apropriada ao padrão das classes que desejavam atingir. A segmentação também funciona como uma estratégia de mercado. O radiojornalismo esportivo ganha força como um espaço radiofônico vibrante, polêmico, e opinativo. Informações esportivas e os acontecimentos do cotidiano são narrados para o ouvinte no formato de jornais falados e informativos, que podem ter uma editoria especial ou não, e ainda serem interpretativos, opinativos ou simplesmente informativos. Outra repetição do padrão tradicional de cinco décadas é a leitura ao vivo das publicidades pelo locutor.
Atualmente, com a internet, a programação das emissoras tem se pautado ainda mais pela segmentação. Este processo tem como objetivo exatamente o de não copiar outra mídia, especialmente aquelas desprovidas de credibilidade, alteradas apenas por modismos ou a bel prazer.
Por estes motivos, senhora orientadora e senhor co-orientador, é importante a busca de fontes confiáveis, encontradas também na internet, mas com critério.




SEGMENTAÇÃO




No rádio, a intenção do editor e dos diversos níveis do discurso na programação num único contexto comunicativo é a adoção de um formato. O acirramento da concorrência entre as emissoras reorganizou o sistema produtivo de forma que as programações voltadas para públicos heterogêneos entraram em decadência, perdendo público para emissoras que centraram sua atenção na segmentação da programação para atender a gostos específicos de determinados públicos.
A segmentação se difunde na segunda metade da década de 1980. Esta prática refere-se a um critério de abordagem dos ouvintes, levando-se em conta sua heterogeneidade e adequando a publicidade conforme o público específico que se visualiza para a emissora. A segmentação pode dirigir-se a um programa ou ao todo da programação da emissora. Consideram-se características como classe social, faixa etária, sexo, escolaridade, preferências de grupos, etc.



FORMATO




Nos anos 1990 o sucesso de uma programação depende da clareza com que é desenvolvido o formato da programação. O objetivo das rádios comerciais é atingir uma correspondência entre formato, imagem da rádio e faixa de público a que se destina sua programação. Ao adotar o formato informativo a emissora pode emitir outros tipos de programas não informativos, mas independente destas variações na programação, o jornalismo é assumido como valor predominante na programação. Assim, a qualquer momento um programa não informativo poderá ser interrompido com notícias.
A adoção do formato representa, portanto, um nível mais abrangente de enunciado: a megaestrutura do discurso. O formato é o primeiro nível do enunciado, o segundo nível (a grade de programas ou a programação) se estrutura a partir dele.
Os formatos de programa dividem-se em puros e híbridos, e refletem a filosofia de trabalho da empresa.



PUROS


  • Informativo – voltado para difusão de notícias, podendo incluir opinião, entrevista, conversa com o ouvinte, etc..
  • Musical – ex. FMs, pode ser segmentado
  • Comunitário – programação voltada para a comunidade, cobre problemas de bairro, os apresentadores tem grande empatia com o público, oferta mensagens de otimismo, explora fatos policiais. Ex. Programa do Paulo Rogério na Rádio Independente
  • Educativo-cultural – adotado por emissoras não comerciais
  • Místico-religioso – explorado por igrejas eletrônicas
  • Participação do ouvinte – mistura ingredientes informativos e comunitários




  • HÍDROS


    Música - Esporte - Notícia





    PROGRAMAS



    A grade de programação serve para delimitar os programas de forma linear. Separa programas distintos com gêneros e conteúdos claramente diferenciados. O fechamento dos programas, que tem começo, meio e fim, destina-se a agendar determinada audiência para um compromisso com dia e hora marcado. A grade é marcada em função de um tempo social, e seu impacto sobre a organização da vida dos diversos grupos humanos. Os ouvintes se habituam à programação, naturalizando a escuta na hora e dia programado ao longo de anos, muitas vezes. Estabelecendo-se aí uma construção mútua de identidade entre os programas e as audiências.
    Se a programação radiofônica é o conjunto de programas, o programa constitui-se como a unidade básica. Os programas podem ser informativos ou de entretenimento.
    Programas de entretenimento
    • Humorísticos
    • Dramatizações
    • Auditório
    • Musicais
    Programas informativos
    • Documentário – aborda um tema em profundidade, envolve montagens e roteiro prévio
    • Entrevistas – conduzido por um apresentador que chama os repórteres, interpela entrevistados, analistas, etc..
    • Reportagem – notícia ou série de notícias sobre o mesmo tema, com entrevistas feitas por um repórter
    • Boletim – notícia geralmente falada ao vivo pelo repórter no local onde está acontecendo o fato, mas pode ser gravada e mesclar falas do repórter com entrevistas ou sons ilustrativos
    • de opinião – predominam as opiniões do apresentador, que apresenta uma visão quase pessoal da realidade
    • Mesa-redonda – baseado na opinião dos convidados ou participantes. Procura aprofundar temas da atualidade. Pode ser em forma de painel (quando as opiniões se complementam com o objetivo de dar um quadro completo do assunto), ou em forma de debate (quando o objetivo é apresentar opiniões que se conflituam)
    • Utilidade pública – refere-se a informações sobre o corte da rede de água em determinada comunidade, horários de banco durante feriaso, etc…
    • Noticiário – este tipo de programa desdobra-se em:
      • Informativo especializado – tem área de cobertura delimitada. Ex. esporte
      • Síntese noticiosa – dura de cinco a dez minutos, com cerca de dez notícias, aborda os principais fatos em textos curtos e diretos. Geralmente são inserções de hora em hora, a exemplo do Repórter Esso. As notícias são editadas por proximidade.
      • Radiojornal – versão radiofônica dos periódicos impressos reunidos em editorias, regiões geográficas, similaridade ou, ainda, podem estar organizados em forma de fluxo (quando a emissão é constante)
      • Edição extra – miniinformativo noticiando um acontecimento de última hora, geralmente de grande impacto
      • Toque informativo – uma ou duas notícias entre blocos musicais, dadas de forma improvisada. Muito usados em FMs musicais
    Radiorevista – ou programa de variedades, reúne aspectos informativos e de entretenimento, prestação de serviços, músicas, horóscopo, entrevistas, cultura, medicina, direito, lazer, etc…





    PROGRAMAÇÃO EM FLUXO





    Uma tendência contemporânea é colocar em lugar de uma grade organizada linearmente e super definida nas suas características, a programação em fluxo.
    Neste formato, os programas não se opõem nem se sucedem, mas co-participam de uma programação contínua. O fluxo é composto por módulos bem definidos em níveis da produção. O fluxo representa o aparecimento de um princípio de organização de natureza diversa.
    A lógica do agendamento de compromisso com hora marcada é substituída pela lógica de disponibilização permanente do enunciado sem começo nem fim – pegue quando quiser. Abandona-se o pressuposto de que se encontra um público determinado em uma hora determinada. Em lugar disso se utiliza a estratégia de reconhecimento de que as disponibilidades temporais do público são heterogêneas. A nova estratégia obedece a lei do mercado, caracterizando a oferta radiofônica pela sua utilidade instantânea. Do ponto de vista estético, esta mudança resulta numa nova forma de fruição da cultura.
    Esta homogeneização do macrotexto/formato tem consequências importantes para a edição do discurso jornalístico no rádio, tanto em relação à seleção quanto ao ordenamento do conteúdo. A primeira preocupação é misturar equilibradamente os diversos sub-gêneros que compõem a programação, dando um tom global que constitui o fluxo como um gênero específico, que se distingue das emissoras que mantém a grade de programação linear. Os conteúdos tendem a terem enfatizada sua redundância e continuidade, sendo atualizados de tempo em tempo ao longo do dia.
    Esta lógica de sequência implica um novo modo de organização dos conteúdos, diferente do começo-meio-fim. Não há mais início e fim, mas um fluxo contínuo estruturado de forma circular, em torno de uma unidade de tempo que se repete infinitamente, conforme a lógica do relógio. A sucessão contínua substitui a idéia de linearidade pela rotação de forma espiralada. A rotação e a repetição desestruturam convenções de hierarquização dos conteúdos importados do jornalismo impresso. Acaba a polêmica sobre a colocação da notícia mais importante no final ou no começo. Ela não tem mais porque existir. O critério é o da fluidez, da frequência.
    Os recursos para enfatizar a importância da notícia são a sua repetição e a duração da enunciação. Aliás, esta repetição coloca em questão a relação do jornalismo com a novidade.
    Portanto, para o perfeito funcionamento do fluxo é importante ter abundância de informação. A repetição tem que ser acrescida da atualização para destacar a progressão do acontecimento. Portanto, trata-se de um fluxo crescente devido ao acréscimo de conteúdos.
    Este fenômeno da programação em fluxo não é nova no rádio. Começou com as rádios musicais da década de 1950, e no radiojornalismo esta estrutura já foi usada em 1961 em uma emissora de Tijuana, no México. A programação em fluxo começa a ser adotada no Brasil, já muito utilizada nos Estados Unidos.
    Diferente desta programação eclética, o formato de programação em fluxo organiza-se assim, p. ex, considerando a distribuição do tempo:
    6h
    • Manchetes
    • Manchetes dos jornais
    • Condições do tempo
    • Situação dos aeroportos
    • Boletins de reportagem
    • Notícias
    • Comerciais
    • Trânsito
    • Entrevista
    • Comerciais
    6h30min
    • Manchetes
    • Manchetes dos jornais
    • Condições do tempo
    • Situação dos aeroportos
    • Boletins de reportagem
    • Notícias
    • Comerciais
    • Trânsito
    • Entrevista
    • Comerciais
    Referencia: Talk Radio - www.talkradio.com.br





    ESSE TEXTO É PARA COMPRENDER UM POUCO DO FUNCIONAMENTO DE UMA RÁDIO...







                                                                                                                                                                                                                    POR,Marcio Vitoria 

     

    Em breve em Herval a primeira Rádio

     

    "COMERCIAL"

     
     
     
     







    RÁDIO   Hsul  em breve postarei a frequencia.











                                                            


                                              RÁDIO Hsul FM  HERVAL



    A IMPORTÂNCIA DO RÁDIO EM NOSSAS VIDAS

    A IMPORTÂNCIA DO RÁDIO EM NOSSAS VIDAS.

    O rádio como um meio de comunicação tem uma importância fundamental na vida do cidadão e da comunidade a que ele pertence. Espera-se que a imparcialidade reine na grade de programação das emissoras de rádio. É de primordial importância que radialistas não se envolvam nos acontecimentos que descreve. O conceito de imparcialidade surgiu no século XVII e foi se estendendo aos dias atuais, através do liberalismo. (Deriva da palavra liberal  - ismo e tem como sinonímia conjunto de idéias e doutrinas que visam a assegurar a liberdade individual no campo da política, da moral, da religião, etc., dentro da sociedade, podendo ser a qualidade de liberal e liberalidade). A ética deve fomentar os bons princípios, a interação com o público-alvo, o respeito mútuo. Que as sementes plantadas sejam regadas com dedicação, zelo, amor a profissão e em conseqüência natural, a audiência e carinho do público ouvinte. Os rádios AM ( Amplitude Modulada) e FM ( freqüência Moduladas) são os mais ouvidos. O rádio on-line também tem contribuição valiosa para os amantes da internet. As rádios comunitárias fazem parte do rol desempenhando papel importantíssimo para a comunidade a que pertence.
    Com o avanço tecnológico, teremos a implantação da rádio digital com som mais nítido e sem nenhuma interferência que possa maltratar os ouvidos dos ouvintes. Assim caminha a radiodifusão com suas nuances, novidades e tecnologias. O rádio adquiriu com o passar dos anos um enorme poder de transformação, tais como: show, espetáculo e diversão. As conseqüências práticas de se apresentar uma programação de rádio voltada para o show é o enfraquecimento ou o apagamento total entre o real e o fictício. É de bom alvitre que se compreenda todo artifício utilizado pela emissora de rádio em toa transmissão diária. É comum usar a expectativa para prender a atenção do ouvinte, mas o abuso da espera não deve interferir na paciência do rádio-ouvinte, pois além do suspense, ele pode cansar-se e sintonizar outro dial. O suspense nunca foi show. Em 1922, acontecem as primeiras emissões radiofônicas (chamadas broadcastings) regulares na França e na Inglaterra, mas foi nos EUA que houve um grande desenvolvimento na área da radiodifusão. A radiodifusão como serviço de transmissão regular surgiu em 1920. A KDKA, a primeira emissora radiofônica tinha como base da programação a produção de coberturas jornalísticas. Em novembro de 1921, já havia 12 novas emissoras; em novembro, mais nove; em dezembro, surgiram mais nove; e, em janeiro de 1922, 26 novas emissoras entravam no ar. Em 1924 já havia 530 emissoras radiofônicas no ar nos EUA e, em 1927, o número de receptores naquele país já era de 7 milhões.
    Em 1925 países como Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Finlândia, Itália, Japão, Noruega, Suíça, na antiga Tchecoslováquia e União Soviética( Rússia) e nos países baixos( Holanda). O Brasil também teve a primazia de adotar a tecnologia da radiodifusão. Na comemoração do Centenário da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1922, deu-se a primeira transmissão radiofônica oficial com o pronunciamento do presidente da República Epitácio Pessoa falando do Rio de Janeiro para Niterói, Petrópolis e São Paulo. (Uma estação transmissora de 500 watts) foi instalada no Corcovado e 80 aparelhos de recepção nas cidades citadas. Um trecho da ópera O Guarani, de Carlos Gomes foi tocada. A data de implantação da radiodifusão brasileira data de 20 de abril de 1923, graças à grande visão de Edgard Roquette Pinto (1884-1954), renomado escritor e antropólogo, e Henrique Moritze( 1860-1930), engenheiro e metereologista, diretor do Observatório do Rio de Janeiro. Ressalte-se que os pernambucanos queriam essa primazia, pois no Recife, desde 6 de abril de 1919, funcionava a Rádio Clube de Pernambuco, que atuava no ramo da rádio-telegrafia. No Ceará, por inspiração de João Dummar, interessado por assuntos de radiotelefonia - como se denominavam então as atividades de radiodifusão -, a 28 de agosto de 1931 foi fundado o Ceará Rádio Clube (a designação era masculina). Sociedade civil integrada por "amadores da radiotelefonia", no caso, os senhores Francisco Aprígio Riquet Nogueira, Clóvis Fontenele, Joaquim da Silveira Marinho, Eusébio Nery Alves de Sousa. E mais, Francisco Campello de Alencar Mattos, Diogo Vital de Siqueira, Álvaro de Azevedo e Sá, Sebastião Coelho Filho, César Herbster Dias, Jorge Ottoch, o próprio João Dummar e tantos outros.Como radiofonia o pioneiro foi João Dummar, fundou a Ceará Rádio Clube (PRE-9) em 1934. Outras emissoras se sucederam à pioneira. A Rádio Iracema em 9 de outubro de 1948(ZYR-7), fundada pelos irmãos José Parente, Flávio Parente e José Josino Costa. A emissora do pássaro a Uirapuru veio em 16 de junho de 1956, através de um audacioso projeto de José Pessoa de Araujo, Aécio de Borba Vasconcelos, coadjuvados por amigos como José Júlio Cavalcante, Luis Crescêncio Pereira, era carinhosamente conhecida como a boazinha, a casa do esporte. Em primeiro de janeiro de 1957, nasce à rádio Verdes Mares. Das mãos de Paulo Cabral de Araújo e desse grupo político UDN ( União democrática Nacional), se destacaram: José Flávio Costa Lima, Hildo Furtado Leite, José Pontes de Oliveira (Banco União), a Verdes Mares foi negociada com o Grupo Edson Queiroz, em julho de 1962. A Rádio Dragão do Mar foi montada em 25 de março de 1958, pelo antigo Partido Social Democrático( PSD), com vistas à campanha sucessória daquele ano ao governo do estado do Ceará. A Rádio Assunção Cearense foi inaugurada em 11 de fevereiro de 1962. A visão apostólica de Dom Antonio Lustosa, Dom José Delgado foi primordial para a fundação da emissora. Celina Maria(soprano). Essas foram às primeiras emissoras de rádio que ficaram conhecidas e eternizadas nos corações dos cearenses e pela atuação dos nomes de vulto da radiodifusão cearense. Cabral de Araujo e Paulo Cabral Araujo, José Lima Verde, Eduardo Campos, Mário Alves, Evaldo Gouveia, Armando Vasconcelos, Haroldo Serra, Carlos Alberto, José Lisboa( Filho do grande Maestro Lisboa), Ayla Maria, Terezinha de Jesus, O “Bem-te-vi” e o “Rouxinol” ( Alan Neto e Ivanilde Rodrigues). Ivanildo e seu conjunto, Nozinho Silva e seu irmão, Celina Maria(soprano), Lúcia Elizabeth, foi uma precursora da Gretchen; Eduardo Fernandes( Dudu), Moreira Filho, Zuila Aquiles. Terezinha Nogueira, Edson Martins, Edilmar Norões, Guilherme Neto, João Ramos, Augusto Borges, Gerardo Barbosa, Rômulo Siqueira, Aderson Braz.
    As irmãs vocalistas(Cleide e Adamir Sousa Moura), Leocácio Ferreira, Jaime Rodrigues, Afrânio Peixoto, Fernando Jaques, Almir Pedreira, Wilson Machado. Narcélio Lima Verde, Mozart Marinho, Antônio de Almeida, Maria de Aquino( a primeira Locutora do Ceará)Ruth de Alencar, Neide Maia, Carmem Santos, Carlos Augusto(Cantor), Arnoldo Leite, Paulo Cirino, João Bob, Joran Coelho(cantor), José Auriz Barreira( cantor), Guilherme Neto, Gilberto Silva, Fernando Menezes, Giácomo Ginari. Wanda Santos, Dulce Maria ( filha da rádioatriz Ângela Maria), Estelita Nogueira, Zuíla Veras, Isis Martins( Maria José). Maria Alice e Maria de Lourdes ( Irmãs Bernardo), Maria Guilhermina (Filha da pianista Maria de Lourdes Gondim), Cleide e Adamir Moura(Irmãs vocalistas), Fátima Sampaio, Terezinha Silveira, Salete Dias. Marilena Romero, Telma Regina, Vera Lúcia e Cleide Moura, Irapuan Lima, Laura Santos, Consuelo Ferreira, Oliveira Filho, Ângela Maria, Glaúria Farias, Maria José Braz, Mirian Silveira, Célio Cury, Salete Dias, Luiz Assunção, Humorista picolé, Orlys Vasconcelos, Paulo Lima Verde, Luiz Irapuan, Eduardo Fernandes, Matos Dourado, Entre outros. O rádio de ontem foi completamente diferente do de hoje. Além de orquestras, equipes de cantores e cantoras, contava ainda com as rádionovelas, programas de auditórios, concurso de misses. Hoje pelo crescimento populacional e pela evolução da tecnologia, outras emissoras foram surgindo e a notoriedade dos programas antigos e gostosos foram tomadas pelas músicas estrangeiras, eletrônicas e pela infestação das FMs( Freqüência Moduladas). A música não tem mais aquela paixão e os programas de rádio atuais não empolgam como antigamente, pois a violência tomou conta do mundo e da mídia.

    ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI E ALOMERCE
    Paivinhajornalista
    Enviado por Paivinhajornalista em 27/11/2007
    Código do texto: T755171

     

                                                                   POR,Marcio Vitoria